Hoje, fuçando uns arquivos velhos no computador, achei uma resenha de um filme que eu vi já faz uns no primeiro dia do ano de 2007, mas que foi um marco na minha vida de cinéfilo: Rectuma. Vou postar igualzinho eu escrevi no dia que eu assisti.

Puta que pariu!
Tem que coisas que não dá pra acreditar. Tem coisas que só vendo pra crer.
RECTUMA. Esse é o nome da tal coisa que eu tive que ver pra crer. E eu vi hoje.
Em resumo: um sujeito vai passar as férias numa praia mexicana com a esposa e é estuprado (sodomizado) por um sapo microscópico e pega uma doença fatal, e seu proctologista (que ama o que faz) o diz que ele só tem algumas horas de vida, porém, um cientista japonês com nome trocadilhesco talvez pudesse ajudar. O cientista japonês faz uma aplicação de material radioativo na via anal do sujeito e pede que ele aplique água do mar no reto, mas o sujeito acha isso um procedimento idiota, mas era isso que tiraria a radiação da bunda, e assim, a bunda se desprende do corpo e começa a matar e crescer e fica do tamanho do Godzilla. Então, o primo do cientista japonês, que já tem experiência contra monstros gigantes, contrata um homem-bomba afegão bilíngue para entrar dentro da bunda gigante e explodir a gigantesca e fenomenal bunda mutante assassina (adorei escrever isso). Só que como a bunda do protagonista tinha saído de seu corpo, ele ficou desbundado. Só que a bunda do homem-bomba afegão cai do céu (literalmente), e o cientista japonês consegue implantá-la…
FENOMENAL!
Alguns diálogos eu tive que pausar o filme pra rir. Muitos diálogos, aliás.
Que tomates assassinos que nada*! O lance é bunda desprendida do corpo radioativa mutante com dentes gigantesca e assassina!
* Eu AMO “O ataque dos tomates assassinos”. Clássico obrigatório pra qualquer pessoa com senso de humor.
P.s. 1: No fim do filme, após implantar a bunda, o médico japonês teve que dar uns pontos no saco, e novamente fez um pedido de um procedimento absurdamente bizarro que não foi atendido. E eis que o saco do protagonista começa a inchar: Scroton!
P.s. 2: Logo depois desse filme, comecei a assitir outro, Zombiegeddon. Eis que Jesus (como assim? é, Ele mesmo) joga uma cantada numa mulherzinha: “Fique aqui que a gente pode tomar um vinhozinho”, e ela responde “Mas aqui nem tem vinho”, e ele retruca: “Nós temos água e nós temos água. E eu sou Jesus, ora! Eu posso transformar água em vinho”, e ela re-retruca: “Você tem 33 anos e acha que é Jesus”. Isso é cinema.
P.s. 3: Não sou eu que acho esses filmes. São eles que me acham.